terça-feira, 13 de julho de 2010

IPad 3G e o que ele tem de mais legal




Numa primeira olhada, o iPad com conexão 3G até parece igual ao modelo Wi-Fi testado por aqui. Mas bastam alguns minutos de uso para comprovar que… bem, ele é igual mesmo. As únicas diferenças estão no acesso à rede celular e na etiqueta. Ele custa 629 dólares, enquanto o outro sai por 499 dólares, nas versões com 16 GB de memória.

De qualquer forma, há algumas considerações a se fazer sobre o aparelho. Primeiro: alguém provavelmente já te disse que é facílimo cortar um chip comum para deixá-lo com o tamanho do MicroSIM usado pelo tablet. Não é. Aqui no INFOLAB, estragamos um deles antes de conseguirmos fazer o modelo funcionar com uma operadora brasileira.
Problema número dois: a Vivo anuncia que está vendendo o tal MicroSIM. É pioneira e tudo mais. Mas onde você encontra o dito cujo? Depois de dois dias procurando nas lojas de São Paulo, leitores nos informaram que o produto estava à venda no shopping Cidade Jardim. Mas nem a operadora sabia disso, quando a consultamos por telefone. Aliás, você sabia que as lojas da Vivo não têm telefone?

Devidamente chipado, o tablet funcionou direitinho, sem engasgar na conexão 3G. E aí partimos para um teste de fogo: a bateria aguenta mais ou menos que a do modelo Wi-Fi? Depois de 9 horas e 48 minutos assistindo vídeos e baixando tranqueiras, percebemos que nem isso mudou. Foram 12 minutos de diferença, com fôlego menor do 3G. Pode-se considerar um empate técnico.
Ainda no terreno das primeiras impressões, tiramos mais uma conclusão triste para quem pretende comprar o aparelho: diferentemente do iPhone, o iPad realmente não tem muitos aplicativos gratuitos legais. Como fizemos nosso primeiro teste com o tablet poucos dias após seu lançamento, seria uma injustiça fazer esse comentário à época. Hoje, três meses depois, pouca coisa mudou.

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